sexta-feira, 29 de junho de 2007
sábado, 23 de junho de 2007
ECLESIASTES: 2, 25
"Pois quem pode comer, ou quem pode gozar melhor do que eu?"
Ok, esperar é uma droga. E gozar? Gozar também é. Não fosse o Homônimo, estaria sendo cometida uma heresia. “Queres esperar ou gozar?” – A resposta é singelamente óbvia. Sem falcatrua.
A ser perguntada, portanto, a uma sexóloga, beira o ridículo. Mais ridículo é o alarde. Típico da civilização contemporâneo-ansioso-frigido-anorgasmática. Um desbunde para o mercantilismo impresso. Gozar é doloroso aos impossibilitados.
6:00 h da manhã, aeroporto. O “cidadão incauto”, fragilizado pela sua postura consumista melodramática, chega ao guichê de embarque. Há meses que a imprensa, vampira-do-lugar-comum, anuncia filas métricas de aguardo paciente. Então, o desavisado consumidor percebe o lag medonho de seu embarque. Eis que broxa.
Broxar, no sentido menos restrito da palavra, é não ter atendido, momentaneamente, o objetivo final do seu intento. É ter de esperar. Esperar! Broxar, tirando as neuroses primárias, nunca foi sinônimo de impossibilidade, tampouco relega o broxante à categoria anedônica. Não costuma matar ninguém. Esperar também não.
Aos poucos, cria-se uma imbecil fila defronte ao mesmo guichê. Duas moças (sempre morenas-claras de fala mansa e sorriso canastrão) são afrontadas por uma horda miserável e faminta por sangue e colo de mamãe, grunhindo palavras de ordem e idologias cafonas. “que voem privativo então!”. Mas há energia... Energia que não muda. Energia que não expande. Energia que não goza.
Sexóloga. Cinqüenta poucos anos. Aguardando vôo. Atrasada, como todos os broxinhas. Holofotes, luzes, microfone (instrumento fálico que provavelmente compensa a mediocridade neocortical do entreveristador). Afinal, que resposta esperavam? A cura do mal? O paradeiro do Osama? A resposta definitiva aos interesses angustiantes dos passageiros?
“Relaxa e goza” Period . E a ira pseudo-cristã tomas as rédeas.
Além de praguejar, xingar, esculhambar a moral da mãe dos atendentes dos aeroportos;
deve haver algo mais nobre a ser feito. Exemplos? Ler um livro. Gozar. E gozar bonito.
Quantas ovelhinhas aéreas ocupam seu tempo lendo livros? E escrevendo livros?
Praguejar, praguejar e praguejar. Ainda se gozassem! Sem chance.
Maior terminal aéreo do país. Milhares de sombras humanas ali se arrastam. Culpam o mau tempo. Culpam a sorte, culpam o Lula, FHC, aqueles tanto políticos, pela sua falta de polidez, pragmatismo e civilidade. Difícil é enxergar a mediocridade da culpa. Foi-se a varíola, encabeçou-se o vírus mais grave para o Homem: o dedo indicador, sempre pronto a fulminar acusações sumárias. Bem coisa de broxa.
Maior terminal aéreo do país. Quantas línguas faladas? Quantas oportunidades rondando, quantas conversas bacanas, quanto a se ver, se aprender. Não. Quer-se a pequeneza do pacote turístico paga em 24 prestações e tem de ser AGORA! Parafraseando o mestre Marcello Guedes de Castro: “EU PAGUEI, EU QUERO!” – é claro que quer. Todo mundo quer alguma coisa.
Está atrasado, vai fazer o que? Gritar, espernear, morder? Curiosamente, os usuários do caótico sistema aéreo de um país cronicamente caótico em sua história, usam a desorganização para combater o que? A própria desorganização. Não que saibam disso, está claro. Se tivessem noção das suas atitudes imaturas, impositivas e pouco assertivas ( cidadãos de um país igualmente imaturo, impositivo e inassertivo), morreriam de vergonha, reação típica pós-broxada. “Isso nunca aconteceu comigo antes” – é claro que não.
Sentir raiva e indignação sobre um comentário tão simples, reflete bem a realidade do brasileiro médio: carente, irritado, ignorante e incapaz de pensar por si mesmo. Incapaz de relaxar e gozar, porra! Os semanários caça-níqueis agradecem. E a Pfizer também.
Ok, esperar é uma droga. E gozar? Gozar também é. Não fosse o Homônimo, estaria sendo cometida uma heresia. “Queres esperar ou gozar?” – A resposta é singelamente óbvia. Sem falcatrua.
A ser perguntada, portanto, a uma sexóloga, beira o ridículo. Mais ridículo é o alarde. Típico da civilização contemporâneo-ansioso-frigido-anorgasmática. Um desbunde para o mercantilismo impresso. Gozar é doloroso aos impossibilitados.
6:00 h da manhã, aeroporto. O “cidadão incauto”, fragilizado pela sua postura consumista melodramática, chega ao guichê de embarque. Há meses que a imprensa, vampira-do-lugar-comum, anuncia filas métricas de aguardo paciente. Então, o desavisado consumidor percebe o lag medonho de seu embarque. Eis que broxa.
Broxar, no sentido menos restrito da palavra, é não ter atendido, momentaneamente, o objetivo final do seu intento. É ter de esperar. Esperar! Broxar, tirando as neuroses primárias, nunca foi sinônimo de impossibilidade, tampouco relega o broxante à categoria anedônica. Não costuma matar ninguém. Esperar também não.
Aos poucos, cria-se uma imbecil fila defronte ao mesmo guichê. Duas moças (sempre morenas-claras de fala mansa e sorriso canastrão) são afrontadas por uma horda miserável e faminta por sangue e colo de mamãe, grunhindo palavras de ordem e idologias cafonas. “que voem privativo então!”. Mas há energia... Energia que não muda. Energia que não expande. Energia que não goza.
Sexóloga. Cinqüenta poucos anos. Aguardando vôo. Atrasada, como todos os broxinhas. Holofotes, luzes, microfone (instrumento fálico que provavelmente compensa a mediocridade neocortical do entreveristador). Afinal, que resposta esperavam? A cura do mal? O paradeiro do Osama? A resposta definitiva aos interesses angustiantes dos passageiros?
“Relaxa e goza” Period . E a ira pseudo-cristã tomas as rédeas.
Além de praguejar, xingar, esculhambar a moral da mãe dos atendentes dos aeroportos;
deve haver algo mais nobre a ser feito. Exemplos? Ler um livro. Gozar. E gozar bonito.
Quantas ovelhinhas aéreas ocupam seu tempo lendo livros? E escrevendo livros?
Praguejar, praguejar e praguejar. Ainda se gozassem! Sem chance.
Maior terminal aéreo do país. Milhares de sombras humanas ali se arrastam. Culpam o mau tempo. Culpam a sorte, culpam o Lula, FHC, aqueles tanto políticos, pela sua falta de polidez, pragmatismo e civilidade. Difícil é enxergar a mediocridade da culpa. Foi-se a varíola, encabeçou-se o vírus mais grave para o Homem: o dedo indicador, sempre pronto a fulminar acusações sumárias. Bem coisa de broxa.
Maior terminal aéreo do país. Quantas línguas faladas? Quantas oportunidades rondando, quantas conversas bacanas, quanto a se ver, se aprender. Não. Quer-se a pequeneza do pacote turístico paga em 24 prestações e tem de ser AGORA! Parafraseando o mestre Marcello Guedes de Castro: “EU PAGUEI, EU QUERO!” – é claro que quer. Todo mundo quer alguma coisa.
Está atrasado, vai fazer o que? Gritar, espernear, morder? Curiosamente, os usuários do caótico sistema aéreo de um país cronicamente caótico em sua história, usam a desorganização para combater o que? A própria desorganização. Não que saibam disso, está claro. Se tivessem noção das suas atitudes imaturas, impositivas e pouco assertivas ( cidadãos de um país igualmente imaturo, impositivo e inassertivo), morreriam de vergonha, reação típica pós-broxada. “Isso nunca aconteceu comigo antes” – é claro que não.
Sentir raiva e indignação sobre um comentário tão simples, reflete bem a realidade do brasileiro médio: carente, irritado, ignorante e incapaz de pensar por si mesmo. Incapaz de relaxar e gozar, porra! Os semanários caça-níqueis agradecem. E a Pfizer também.
segunda-feira, 11 de junho de 2007
A verdadeira Verdade Incoveniente
“ Oi Tio ! Compra um pra me ajudar ?” - e antes que o moleque insolente percebesse sua indignação expressada apenas por um turvor de olhar e sobrancelhas desaprovadoras (anos de terapia, saca?), fazendo-o correr estrategicamente para outra mesa no calçadão, emputeceu-se, no melhor sentido da expressão. “Tio ? Tio de quem?” – e lembrou automaticamente de sua pequena sobrinha, tão faceira e vivaz, correndo pelos corredores do condomínio vociferando “ tio ! tio ! tio!”. Era com ele afinal. Um transtornado calafrio percorreu-lhe a espinha: TIO. Apalpou o maço de cigarros, que há poucos dias calculava duas décadas de tabagismo fortuito, iniciado no seu furor colegial; e engoliu em seco. Oh boy ...
Ok. Não era, com todo o orgulho pomposo dos graduados, um imberbe e alcoviteiro moleque de calças de malha da 24 de maio. Frescas eram as memórias imortais e atemporais de suas farras homéricas, peramulando feito um malaco pelo centro da cidade, “ tocando o foda-se” como se costumava dizer na época. “ Na época? ... Putz”. Sim. Era com ele mesmo. Engoliu em seco, como se tomasse o último trago de um coquetel juvenil. Segurou atônito as chaves do sedã. Sentia-se criminoso. Desmoralizado. Sentia-se Tio.
Ainda regurgitando os chopps consumidos, racionalizou o adjetivo: “ Essa é a abordagem padrão” E, de repente, todos os meninos vendedores de porcarias fossem sumariamente condenados pela sua imediata descoberta. Não podendo com as pernas, sentou-se no ancião banco de madeira. Pensou-se velho.
“ Qualé meu... velho?”. Sentia o vigor pulsante da juventude em suas artérias, a vertigem adolescente de seus impulsos hedonistas e dipsomaníacos. Baixou a cabeça, viu os sapatos. Quanto pagara neles ? Com certeza muito mais do que todo o dinheiro que havia despendido por anos a fio em seus cartuchos do Atari. Resfolegou. Indignou-se pela segunda vez. Por onde andavam aquelas fantasias digitais esplêndidas, cujo futuro ditavam, em pontos e retas de 8 cores, na tela de um Philco, um mundo sonhado, moderno e simpaticamente bizarro ? Ah ... Tron ... Fitou o sedã. Não era novo. Era seu.
A ninfetinha que lhe dava o braço, demonstrando tanta surpresa com a atitude do mancebo quanto com o simulado pré-vestibular de duas semanas atrás, nada entedia.
De súbito, deu ombros àquela desmedida falácia. “ Tio porra nenhuma!”, teria gritado ao pivete, caso seus reflexos fossem menos paquidérmicos em relação aos do menino. “Ah, é porque estou cozido”. Corria 4 vezes na semana “ 10 km pra 50 minutos meu!”; tantas vezes no último ano tinha sido elogiado pelos seus cabelos tão negros e luminosos. Chegou a ser comparado a um daqueles modelos de anúncios de perfumes caros, por uma simpática caixa do shopping. Era arrojado. Sarado. Resmungou qualquer sílaba. Nem havia sido promovido ao cargo de supervisor ainda! Não, não poderia ser verdade. Não com aquele abdômen.
E lhe vieram, naturalmente, as lembranças do dia da formatura da faculdade à memória. Balões azuis e pretos. A mãe que chorava de emoção. Os grandes amigos e todas as lágrimas derramadas pela saudade que ainda estava por vir. Parecia tudo tão recente, que até examinava o extrato bancário, ainda, à procura do débito automático da mensalidade do grêmio. Na verdade, fazia anos que mudara de banco. Reviu os dias dourados de alguns anos atrás com cores ainda muito fortes. Os parceiros que se reuniam, mesmo que semestralmente, para aquele churrasco. As mulheres que sempre lhe abarrotavam a caixa postal do celular, desfiando elogios pelas performances cinematográficas sob os lençóis (e as vezes fora deles). As garotinhas do condomínio que pareciam se derreter quando ele usava aquele traje verde-musgo.
De perplexo, passou a reconfortado. Não era velho, afinal. “ As experiências forjam a jovialidade”. “ Se sua coluna é inflexível aos 35 anos, você é velho” (as aulas de Yoga eram semanais). “ Sua vida começa aos 40”. Revisitou um quarto de dúzia de axiomas aprendidos naquele livro, que ficava ao lado do vaso sanitário do apartamento daquela Tiazona que ele “ dava um trato” logo depois que fora contratado. Nem sabia mais por onde ela andava. “ Que coroa gostosa aquela ... putz...”. Suspirou aliviado.
E daí que tinha um sedã? E daí que a ninfetinha apetitosa, que todos insistiam em identificar como estagiária júnior do escritório, estava saindo com ele ? É crime prosperar? É ilegal vestir-se bem, comprar aquele paletó de veludo? Claro que andava exasperado com as chacotas dos amigos quanto à sua solteirice, aos apelos da mãe por uma nora ( “ aquela sua colega bonitinha, como ela se chamava?”) – e quem sabe até um neto – quem tinha algo haver com aquilo ? " Tiozão é o caralho!”
Levantou-se do banco. Talvez da última vez em que tinha sentado ali, estava embriagado de vinho de mesa, servido em garrafão, tinha cabelos compridos e usava aquela T-Shirt surrada do Joy Division. “Banda de viado”, pensou ele quando se desfazia da camiseta na mudança para o eu próprio apartamento. Realinhou-se cinematograficamente. Beijou a boca da pseudo-estagiária, apalpando-lhe a bunda, heroicamente. O viagra estava no porta-luvas.
Sentou-se no sedã, ligou o MP3 Player. A música eletrônica com batidas vidradas e junkies ecoava até a esquina. “ Moleque filho da puta, porque não arruma um emprego?!”.
Ok. Não era, com todo o orgulho pomposo dos graduados, um imberbe e alcoviteiro moleque de calças de malha da 24 de maio. Frescas eram as memórias imortais e atemporais de suas farras homéricas, peramulando feito um malaco pelo centro da cidade, “ tocando o foda-se” como se costumava dizer na época. “ Na época? ... Putz”. Sim. Era com ele mesmo. Engoliu em seco, como se tomasse o último trago de um coquetel juvenil. Segurou atônito as chaves do sedã. Sentia-se criminoso. Desmoralizado. Sentia-se Tio.
Ainda regurgitando os chopps consumidos, racionalizou o adjetivo: “ Essa é a abordagem padrão” E, de repente, todos os meninos vendedores de porcarias fossem sumariamente condenados pela sua imediata descoberta. Não podendo com as pernas, sentou-se no ancião banco de madeira. Pensou-se velho.
“ Qualé meu... velho?”. Sentia o vigor pulsante da juventude em suas artérias, a vertigem adolescente de seus impulsos hedonistas e dipsomaníacos. Baixou a cabeça, viu os sapatos. Quanto pagara neles ? Com certeza muito mais do que todo o dinheiro que havia despendido por anos a fio em seus cartuchos do Atari. Resfolegou. Indignou-se pela segunda vez. Por onde andavam aquelas fantasias digitais esplêndidas, cujo futuro ditavam, em pontos e retas de 8 cores, na tela de um Philco, um mundo sonhado, moderno e simpaticamente bizarro ? Ah ... Tron ... Fitou o sedã. Não era novo. Era seu.
A ninfetinha que lhe dava o braço, demonstrando tanta surpresa com a atitude do mancebo quanto com o simulado pré-vestibular de duas semanas atrás, nada entedia.
De súbito, deu ombros àquela desmedida falácia. “ Tio porra nenhuma!”, teria gritado ao pivete, caso seus reflexos fossem menos paquidérmicos em relação aos do menino. “Ah, é porque estou cozido”. Corria 4 vezes na semana “ 10 km pra 50 minutos meu!”; tantas vezes no último ano tinha sido elogiado pelos seus cabelos tão negros e luminosos. Chegou a ser comparado a um daqueles modelos de anúncios de perfumes caros, por uma simpática caixa do shopping. Era arrojado. Sarado. Resmungou qualquer sílaba. Nem havia sido promovido ao cargo de supervisor ainda! Não, não poderia ser verdade. Não com aquele abdômen.
E lhe vieram, naturalmente, as lembranças do dia da formatura da faculdade à memória. Balões azuis e pretos. A mãe que chorava de emoção. Os grandes amigos e todas as lágrimas derramadas pela saudade que ainda estava por vir. Parecia tudo tão recente, que até examinava o extrato bancário, ainda, à procura do débito automático da mensalidade do grêmio. Na verdade, fazia anos que mudara de banco. Reviu os dias dourados de alguns anos atrás com cores ainda muito fortes. Os parceiros que se reuniam, mesmo que semestralmente, para aquele churrasco. As mulheres que sempre lhe abarrotavam a caixa postal do celular, desfiando elogios pelas performances cinematográficas sob os lençóis (e as vezes fora deles). As garotinhas do condomínio que pareciam se derreter quando ele usava aquele traje verde-musgo.
De perplexo, passou a reconfortado. Não era velho, afinal. “ As experiências forjam a jovialidade”. “ Se sua coluna é inflexível aos 35 anos, você é velho” (as aulas de Yoga eram semanais). “ Sua vida começa aos 40”. Revisitou um quarto de dúzia de axiomas aprendidos naquele livro, que ficava ao lado do vaso sanitário do apartamento daquela Tiazona que ele “ dava um trato” logo depois que fora contratado. Nem sabia mais por onde ela andava. “ Que coroa gostosa aquela ... putz...”. Suspirou aliviado.
E daí que tinha um sedã? E daí que a ninfetinha apetitosa, que todos insistiam em identificar como estagiária júnior do escritório, estava saindo com ele ? É crime prosperar? É ilegal vestir-se bem, comprar aquele paletó de veludo? Claro que andava exasperado com as chacotas dos amigos quanto à sua solteirice, aos apelos da mãe por uma nora ( “ aquela sua colega bonitinha, como ela se chamava?”) – e quem sabe até um neto – quem tinha algo haver com aquilo ? " Tiozão é o caralho!”
Levantou-se do banco. Talvez da última vez em que tinha sentado ali, estava embriagado de vinho de mesa, servido em garrafão, tinha cabelos compridos e usava aquela T-Shirt surrada do Joy Division. “Banda de viado”, pensou ele quando se desfazia da camiseta na mudança para o eu próprio apartamento. Realinhou-se cinematograficamente. Beijou a boca da pseudo-estagiária, apalpando-lhe a bunda, heroicamente. O viagra estava no porta-luvas.
Sentou-se no sedã, ligou o MP3 Player. A música eletrônica com batidas vidradas e junkies ecoava até a esquina. “ Moleque filho da puta, porque não arruma um emprego?!”.
ENFIM, UM BLOG! ( OU: NÃO FUNCIONARIA DE FOSSE MIMEOGRAFADO)
Coisa mais babaca ter um blog. Daqui a pouco vai estar ishcrevendu axim komu eu xempry dethexthey. E o título é em inglês ainda, falta de criatividade. Aposto que o postador mora com a avó. Que mais ? Nada mais ? Então mete aeh meu !
Assinar:
Postagens (Atom)